Divã da Rosa Rubra: o Elo entre os Arquétipos

Para nós mulheres que entramos em contato com os saberes ancestrais, conhecemos bem quais as representações sagradas da Deusa: Jovem, Mãe e Anciã e por último atualmente a Guerreira.

No entanto observamos esses símbolos de forma isolada e fechada, mas na Natureza absolutamente nada acontece de forma isolada, toda ação desencadeia outra mesmo que a mais sútil e a psique humana não tem diferenças, para podermos entender esta dinâmica fluida escolhi a Sábia como exemplo inicialmente.

Aquela que detém Sabedoria, que reconhece o trilhar da sua Jornada interna e externa, onde o estado meditativo se mantém uma constante, a calma e a Paciência são palavras de ordem, assim como a Prudência e o Silêncio, assim podemos ver uma Anciã Sábia… Ao passo que ela se comunica com a Jovem no poder de ver o Novo mesmo em antigos trilhares…

Quando saio do estado meditativo para ver o que tem no mundo lá fora sem me esquecer do aprendido…

É poder pulsar minha vibração no mundo sem esquecer do meu auto cuidado (Prudência).

A Mãe gera e cuida desses aspectos, onde também podemos compreender que a Anciã gesta e cuida dos ensinamentos para poder expor ao mundo Ideias e Valores dos quais sustenta…

Está tudo conectado, quando a  Jovem pulsa certamente depende da Paciência da Anciã e do gestar da Mãe, para expressar a sua Guerreira.

Andressa Ferreira Thome  – Guhya Kali Thea

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